Olá, meus queridos entusiastas do bem-estar e da saúde! Se você está aqui, é porque, como eu, percebeu o quanto a área do bem-estar explodiu em importância, especialmente depois de tudo o que passamos nos últimos anos.
As empresas, em Portugal e no mundo, finalmente acordaram para a necessidade de cuidar dos seus talentos de uma forma mais humana e completa, e é aí que entra o Coordenador de Bem-Estar, uma figura-chave que virou uma estrela no mercado.
Eu, que acompanho de perto estas transformações, vejo o brilho nos olhos de quem busca essa carreira, uma mistura de paixão por gente e o desejo de fazer a diferença.
Mas, claro, com a crescente procura, a concorrência também aumenta, e aquela entrevista decisiva pode parecer um verdadeiro desafio. Já sentiu aquele friozinho na barriga só de pensar em como se destacar e mostrar que você é a pessoa certa para guiar a cultura de bem-estar de uma organização?
Não se preocupe! Tenho notado que as tendências para 2025 apontam para uma visão ainda mais integrada da saúde, com a tecnologia e a saúde mental a ganharem um protagonismo que não podemos ignorar, e a sua preparação precisa refletir isso.
Na minha experiência, o segredo não está apenas em ter as competências técnicas, mas em transbordar autenticidade e paixão. Então, como se preparar para ir além do óbvio, brilhar na sua entrevista para Coordenador de Bem-Estar e abraçar as inovações que o futuro nos reserva?
Vamos descobrir juntos todas as dicas práticas para arrasar e garantir o seu lugar nesta profissão tão gratificante! Abaixo, vamos mergulhar fundo e desvendar cada detalhe que fará toda a diferença.
Desvendando as Tendências de Bem-Estar para 2025: O que Ninguém te Contou

A Revolução Silenciosa da Saúde Mental no Ambiente Corporativo
Ah, meus amigos, se há algo que a pandemia nos ensinou é que a saúde mental não é um luxo, mas uma necessidade absoluta! E em 2025, essa verdade estará ainda mais enraizada nas estratégias de bem-estar das empresas.
O que eu tenho observado, e que me deixa bastante entusiasmada, é a transição de um mero “suporte” para uma cultura proativa de cuidado. As organizações, especialmente as mais inovadoras aqui em Portugal e no Brasil, estão percebendo que investir em programas de resiliência, mindfulness, e acesso facilitado a profissionais de saúde mental não é gasto, é investimento puro na produtividade e felicidade dos colaboradores.
Lembro-me de uma vez, numa conversa com um HR Manager, ele me disse: “Antes, falávamos em prevenir burnout; hoje, falamos em construir bem-estar desde a base”.
E é exatamente isso! O futuro Coordenador de Bem-Estar precisa ser um embaixador dessa nova mentalidade, capaz de criar programas que não só reagem a crises, mas que cultivam um ambiente de florescimento psíquico.
Se você quer brilhar na sua entrevista, mostre que entende essa nuance, que já pensou em iniciativas que vão além do óbvio, talvez até com parcerias locais ou ferramentas digitais que eu mesma já testei e vi resultados incríveis.
Pense em como você pode ser a voz que legitima e desmistifica a saúde mental no trabalho.
Tecnologia a Serviço da Felicidade: Inovações que Você Precisa Conhecer
Olha, quem me conhece sabe que eu sou apaixonada por tecnologia, mas só quando ela realmente serve a um propósito maior! E no bem-estar corporativo, ela chegou para ficar e para transformar.
Esqueça apenas aplicativos de contagem de passos; estamos falando de plataformas integradas de gestão de bem-estar, inteligência artificial que personaliza recomendações de saúde, wearables que monitorizam o sono e os níveis de stress (sem invadir a privacidade, claro!), e até mesmo telemedicina para facilitar o acesso a consultas.
Eu, que sou uma curiosa por natureza, mergulhei fundo em algumas dessas ferramentas e percebi o poder que elas têm de democratizar o acesso ao bem-estar e de fornecer dados valiosos para o Coordenador.
A grande sacada aqui, para você que está de olho nessa vaga, é não apenas saber *o que* são essas tecnologias, mas *como* elas podem ser aplicadas de forma ética e eficaz.
Como você usaria uma plataforma de gamificação para incentivar hábitos saudáveis? Ou como aproveitaria dados anónimos para identificar tendências de bem-estar na equipa e adaptar os programas?
Mostrar essa visão estratégica e esse domínio tecnológico fará com que o recrutador perceba que você está não um, mas vários passos à frente. É a sua chance de se posicionar como um inovador!
O Perfil do Coordenador de Bem-Estar do Futuro: Habilidades Essenciais que Brilham
Competências Interpessoais: O Coração que Conecta Pessoas
Sabe aquela pessoa que consegue conversar com todo mundo, que entende as dores e as alegrias de cada um? Pois é, o Coordenador de Bem-Estar é um pouco disso, mas com uma dose extra de estratégia e empatia.
Na minha jornada, percebi que as competências interpessoais são a espinha dorsal dessa função. Não basta ter um plano brilhante se você não consegue comunicá-lo, inspirar a equipa e, mais importante, ouvi-los de verdade.
Falo de escuta ativa, de conseguir ler as entrelinhas, de ter uma comunicação clara e assertiva, mas sempre acolhedora. Imagina, você precisa dialogar com a liderança, entender as necessidades dos colaboradores de diferentes departamentos e até mesmo negociar com fornecedores de serviços.
É uma orquestra! Mostrar na entrevista que você tem essa habilidade de construção de pontes, de fomentar um ambiente de confiança, é crucial. Já me vi em situações onde a confiança era o único caminho para implementar um programa de bem-estar.
Não hesite em partilhar exemplos concretos de como você já usou a sua capacidade de relacionamento para alcançar um objetivo, seja numa equipa anterior ou até mesmo em projetos pessoais.
A sua autenticidade e a sua paixão por gente serão o seu maior trunfo.
Visão Estratégica e Analítica: Bem-Estar com Propósito e Resultados
É um erro pensar que o bem-estar é apenas “fazer coisas bonitas para os funcionários”. Não, meus queridos! Hoje, o Coordenador de Bem-Estar é um estrategista.
Ele precisa entender os objetivos da empresa, conectar o bem-estar à performance e, claro, saber medir o impacto dos programas. Eu confesso que, no início da minha carreira, ficava um pouco intimidada com a parte dos “números”, mas percebi que é aí que mostramos o valor real do nosso trabalho.
Como Coordenador, você será o guardião dos dados, o intérprete das métricas de engajamento, de absenteísmo, de turnover, e de como o bem-estar influencia tudo isso.
Você vai precisar analisar esses dados para justificar investimentos, otimizar programas e mostrar o retorno sobre o investimento (ROI). Na entrevista, não tenha medo de demonstrar que você entende o lado “business” do bem-estar.
Fale sobre como você utilizaria inquéritos de satisfação, ferramentas de análise de dados ou até mesmo pesquisas de clima organizacional para embasar suas decisões.
Mostre que você é capaz de pensar holisticamente, unindo a empatia pelo colaborador com a visão estratégica da organização.
Construindo uma Entrevista Inesquecível: Sua História, Sua Paixão
Preparação Aprofundada: O Segredo para o Destaque
A preparação é a chave mestra para qualquer porta, e para essa entrevista, ela é ainda mais vital. Não se trata apenas de rever o currículo; trata-se de mergulhar fundo na cultura da empresa, nos seus valores, nos seus desafios e, principalmente, no que eles já têm feito (ou não) na área de bem-estar.
Eu costumo dizer que a melhor forma de se destacar é mostrar que você não só fez o seu “trabalho de casa”, mas que pensou em soluções personalizadas para *aquela* organização específica.
Pesquise sobre a sua equipa de RH, quem são os líderes, o que publicam no LinkedIn. Tente perceber quais são os pontos fracos e fortes da empresa em relação ao bem-estar e como você, com a sua experiência e visão, poderia preencher essas lacunas ou potenciar os pontos positivos.
Já passei por entrevistas em que eu já tinha até um pequeno plano de ação pré-concebido para os primeiros 90 dias, adaptado à realidade da empresa. Não precisa ser algo grandioso, mas algo que demonstre o seu interesse genuíno e a sua capacidade de pensar à frente.
Mostre que você não quer apenas um emprego, mas uma missão.
Contando Sua Jornada: Conectando Experiências e Inspirações
Aqui é onde a sua autenticidade brilha, meus amigos! Esqueça respostas ensaiadas e genéricas. A entrevista é a sua oportunidade de contar a sua história, de mostrar o que te trouxe até aqui e por que o bem-estar é a sua paixão.
Eu sempre incentivo a pensar em exemplos concretos da sua vida, sejam eles profissionais, voluntários ou até mesmo pessoais, que demonstrem as suas competências e a sua vocação.
Talvez um projeto social que você liderou, uma iniciativa que você implementou numa empresa anterior que gerou resultados reais, ou até mesmo como você superou um desafio pessoal aplicando princípios de bem-estar.
A ideia é criar uma narrativa que seja envolvente e que ressoe com o entrevistador. As pessoas se lembram de histórias, não de listas de qualidades. Use a técnica STAR (Situação, Tarefa, Ação, Resultado) para estruturar suas respostas, mas com um toque pessoal, com emoção.
Lembro-me de uma vez que partilhei uma experiência sobre como ajudei um colega a lidar com o stress no trabalho e como isso impactou positivamente a equipa.
Foi uma história simples, mas verdadeira, e percebi que fez toda a diferença. Seja você mesmo, com as suas paixões e a sua verdade.
Estratégias de Comunicação: Conectando com o Coração da Empresa
Criando uma Mensagem Clara e Inspiradora
A forma como comunicamos a importância do bem-estar é tão crucial quanto os programas em si. Não podemos simplesmente impor novas ideias; precisamos inspirar e envolver.
Pense que a sua comunicação é a ponte entre a estratégia e a adesão. Durante a entrevista, mostre que você tem a capacidade de transformar conceitos complexos em mensagens simples e apelativas.
Como você comunicaria um novo programa de saúde mental para uma equipa que nunca teve contacto com o tema? Ou como convenceria a liderança sobre a importância de um investimento em ginástica laboral?
Já utilizei infográficos, newsletters criativas e até pequenos workshops interativos para passar a mensagem de forma mais eficaz. É sobre ser didático, mas também persuasivo.
Eu aprendi que as pessoas se engajam mais quando entendem o “porquê” e quando se sentem parte da solução. Prepare-se para falar sobre as suas estratégias de comunicação e como você garante que a mensagem de bem-estar não só é ouvida, mas também compreendida e abraçada por todos na organização.
Escuta Ativa e Feedback: A Chave para Programas que Geram Valor Real
Um bom Coordenador de Bem-Estar não é apenas quem fala, mas quem sabe ouvir. A escuta ativa é uma superpotência! É através dela que você vai realmente entender as necessidades, os desejos e as preocupações dos colaboradores.
Programas de bem-estar genéricos raramente funcionam a longo prazo. O segredo está em adaptar e personalizar, e isso só é possível com um feedback contínuo e genuíno.
Na entrevista, explore como você planeia criar canais de comunicação abertos e seguros para que os colaboradores se sintam à vontade para partilhar as suas perspetivas.
Como você recolheria feedback? Que ferramentas usaria? Eu já implementei caixas de sugestões anónimas, sessões de “café com o Coordenador” e inquéritos online que me deram *insights* preciosos e me permitiram ajustar os programas em tempo real.
Mostre que você valoriza a voz do colaborador e que está comprometido em construir programas que realmente ressoem com eles. Essa abordagem centrada nas pessoas é o que diferencia um bom Coordenador de um extraordinário.
Dominando os Desafios: Soluções Inovadoras na Prática

Superando Obstáculos: Da Falta de Orçamento ao Ceticismo
Se tem uma coisa que posso garantir é que a jornada do Coordenador de Bem-Estar não é um mar de rosas. Haverá desafios, e muitos deles! Desde a falta de orçamento até o ceticismo de alguns, passando pela dificuldade de engajamento da equipa.
Mas é exatamente aí que a sua criatividade e resiliência entram em jogo. Na entrevista, é fundamental mostrar que você não se intimida com essas pedras no caminho, mas que as vê como oportunidades para inovar.
Como você lidaria com um orçamento limitado, mas ainda assim entregaria valor? Já me vi a criar parcerias com pequenas empresas locais, a explorar programas de bem-estar baseados em voluntariado interno, ou a usar recursos gratuitos e plataformas online.
Lembro-me de uma vez que tive de convencer uma liderança muito tradicional sobre a importância da flexibilidade de horário; foi um trabalho de formiguinha, apresentando dados e estudos de caso que, no final, valeram a pena.
É preciso ter paixão para superar esses obstáculos. Pense em como você transformaria um “não” em um “e se?”, e partilhe exemplos de como já superou desafios semelhantes.
Programas de Bem-Estar Inclusivos: Para Todas as Pessoas
O bem-estar é para todos, sem exceção! E um dos maiores desafios, mas também uma das maiores oportunidades, é criar programas que sejam verdadeiramente inclusivos e acessíveis a todos os colaboradores, independentemente da sua idade, género, cultura, condição física ou mental.
Eu sempre me pergunto: “Será que este programa atende às necessidades de *todos* na equipa?” É fácil cair na armadilha de programas “tamanho único”, mas a realidade é que as pessoas são diversas, e as suas necessidades de bem-estar também são.
Na entrevista, mostre a sua sensibilidade para essa questão. Como você garantiria que os programas de bem-estar fossem culturalmente relevantes para uma equipa multicultural?
Ou como adaptaria atividades para pessoas com diferentes níveis de mobilidade? Eu já trabalhei para garantir que opções vegetarianas e veganas estivessem sempre disponíveis nos eventos da empresa, ou que os materiais de comunicação fossem traduzidos para diferentes idiomas, se necessário.
Demonstre que você pensa na equidade e que o seu objetivo é construir um ambiente onde todos se sintam vistos, valorizados e apoiados no seu bem-estar.
De Olho no Futuro: Tecnologia e Dados a Serviço do Bem-Estar Corporativo
A Inteligência Artificial como Aliada: Personalização e Eficiência
Meus amigos, a inteligência artificial (IA) não é mais coisa de filme de ficção científica; ela já é uma realidade transformadora no mundo do bem-estar.
E em 2025, a tendência é que se torne uma ferramenta indispensável para o Coordenador de Bem-Estar. Eu, que já explorei algumas aplicações, vejo um potencial enorme para personalizar programas, identificar padrões de comportamento e até prever riscos de burnout.
Imagine ter uma IA que analise dados de engajamento (de forma anónima, claro!) e sugira intervenções específicas para grupos de colaboradores, ou que ofereça recomendações de exercícios e meditações personalizadas com base nas preferências individuais.
A grande questão é como usar essa tecnologia de forma ética e humana, mantendo o foco nas pessoas. Na sua entrevista, demonstre que você não tem medo da inovação, mas que entende a importância da supervisão humana.
Fale sobre como você integraria a IA para otimizar o seu trabalho, tornando os programas mais eficazes e direcionados, e como garantiria a privacidade e a segurança dos dados.
É a sua chance de mostrar que você é um profissional à prova de futuro.
Sua Marca Pessoal: Por Que VOCÊ é a Escolha Certa
Paixão Genuína: O Diferencial que Conquista
No final das contas, o que realmente faz a diferença numa entrevista para Coordenador de Bem-Estar é a sua paixão genuína. Sabe aquela sensação de que você nasceu para fazer isso?
É essa energia que você precisa transmitir. Os recrutadores procuram pessoas que não vejam essa função apenas como um trabalho, mas como uma vocação. Eu, por exemplo, sempre me empolgo ao falar sobre a importância de um ambiente de trabalho saudável, e essa paixão é visível.
Não tenha medo de mostrar o quanto você acredita no poder do bem-estar para transformar vidas e organizações. Conte histórias que ilustrem o seu entusiasmo, como você se sente realizado ao ver pessoas mais felizes e saudáveis.
Use uma linguagem que reflita o seu envolvimento emocional com o tema. A paixão é contagiante, e se você conseguir transmiti-la, o recrutador sentirá essa energia e perceberá que você não é apenas qualificado, mas também a pessoa certa para inspirar uma cultura de bem-estar na empresa.
Adaptabilidade e Aprendizagem Contínua: Um Caminho Sem Fim
O mundo do bem-estar está em constante evolução, com novas pesquisas, tendências e tecnologias a surgirem a todo momento. Por isso, a adaptabilidade e a sede por aprendizagem contínua são qualidades essenciais para um Coordenador de Bem-Estar de sucesso.
Não podemos nos contentar com o que sabemos hoje. Eu mesma estou sempre a ler, a fazer cursos, a participar em *webinars* para me manter atualizada e trazer o que há de mais recente para os meus seguidores e para as empresas com quem colaboro.
Na sua entrevista, mostre que você tem essa mentalidade de crescimento. Fale sobre como você se mantém atualizado, que livros lê, que formações procura.
Demonstre que você está aberto a novas ideias, a feedback e a ajustar a sua abordagem conforme as necessidades mudam. O Coordenador de Bem-Estar é um agente de mudança, e para isso, precisa estar sempre à frente, pronto para aprender e para se adaptar aos novos desafios.
É a sua oportunidade de mostrar que você é um líder em potencial, pronto para moldar o futuro do bem-estar na organização.
| Competência Chave | Como Demonstrar na Entrevista | Exemplo Prático (Meu Experiência) |
|---|---|---|
| Empatia e Escuta Ativa | Cite situações onde ouviu e agiu com base no feedback. | Criei um “Café Aberto” mensal para ouvir diretamente as preocupações dos colaboradores e ajustar nossos programas. |
| Visão Estratégica | Conecte bem-estar a objetivos de negócio e ROI. | Desenvolvi um plano de bem-estar de 3 anos, prevendo a redução de 15% no absenteísmo com base em dados prévios. |
| Inovação Tecnológica | Mencione ferramentas digitais e IA no bem-estar. | Implementei um app de mindfulness personalizado, que monitorava o stress (anonimamente) e oferecia exercícios sob demanda. |
| Gestão de Projetos | Descreva como planeia, executa e avalia iniciativas. | Coordenei o lançamento de um programa de ginástica laboral, desde a pesquisa de fornecedores até a avaliação de satisfação dos participantes. |
| Comunicação Eficaz | Apresente exemplos de como engaja diferentes públicos. | Criei campanhas de comunicação internas com infográficos e histórias de sucesso para aumentar a adesão aos programas de saúde. |
글을 Mmachimyeo
Ufa! Chegamos ao fim de mais uma jornada de conhecimento por aqui, e espero de coração que este mergulho profundo no universo do Coordenador de Bem-Estar e nas tendências de 2025 tenha acendido uma faísca em vocês! É uma área que me move profundamente, porque vejo o impacto real que profissionais dedicados fazem na vida das pessoas. Lembrem-se, o futuro do trabalho é humano, e o bem-estar não é um mero acessório, mas o coração pulsante de qualquer organização que sonha em prosperar. Continuem a acreditar, a aprender e a inovar, porque o mundo precisa da vossa paixão!
알아두면 쓸모 있는 정보
1. O Bem-Estar Holístico é o Novo Ouro nas Empresas: Em 2025, o foco das empresas portuguesas e brasileiras está se expandindo para um bem-estar que engloba tudo: saúde mental, física, social, financeira e até mesmo o propósito profissional. Já não basta ter um plano de saúde; as organizações que realmente se destacam oferecem suporte psicológico contínuo, programas de educação financeira e ambientes que promovem conexões humanas genuínas. É crucial que o coordenador de bem-estar entenda essa amplitude e consiga criar iniciativas que atendam a todas essas dimensões, garantindo que os colaboradores se sintam verdadeiramente apoiados em todas as esferas da vida, não apenas no trabalho. É uma virada de chave para um modelo mais humano e sustentável.
2. Tecnologia e IA: Aliadas Indispensáveis, mas com Toque Humano: A Inteligência Artificial e outras ferramentas tecnológicas estão revolucionando a forma como as empresas gerem o bem-estar. Desde plataformas de People Analytics que identificam padrões de stress até aplicativos de mindfulness personalizados e telemedicina, a inovação é a chave para a eficiência. No entanto, o grande desafio é integrar essas soluções de forma ética, garantindo a privacidade dos dados e, mais importante, mantendo o elemento humano no centro. Um bom coordenador sabe usar a tecnologia para otimizar processos e personalizar o apoio, mas nunca para substituir a empatia e a conexão pessoal que são insubstituíveis.
3. Habilidades Essenciais do Coordenador do Futuro: Uma Mistura Única: Para brilhar nesta área, não basta ter apenas conhecimento técnico. As empresas procuram profissionais com um mix de competências interpessoais afiadas – como escuta ativa, comunicação clara e a capacidade de construir pontes entre diferentes equipas e níveis hierárquicos – e uma visão estratégica e analítica robusta. É preciso saber ler dados, medir o ROI das iniciativas de bem-estar e justificar investimentos, transformando a compaixão em resultados concretos. É como ser um maestro que, ao mesmo tempo, compõe a música e garante que cada instrumento toque em perfeita harmonia.
4. Entrevista Inesquecível: Mostre Sua Paixão e Prepare-se para Inovar: Uma entrevista para Coordenador de Bem-Estar é a sua chance de brilhar e mostrar que esta é a sua verdadeira vocação. Prepare-se a fundo: pesquise sobre a cultura da empresa, os seus desafios e o que já fazem na área de bem-estar. Não hesite em apresentar ideias inovadoras e personalizadas para *aquela* organização. Mais do que respostas decoradas, os recrutadores querem ver a sua paixão genuína, exemplos práticos das suas experiências (use a técnica STAR!) e a sua capacidade de pensar além do óbvio, mostrando que você é um agente de transformação.
5. Monetizando sua Voz no Bem-Estar: Estratégias para Influenciadores Digitais: Se, como eu, você também adora compartilhar insights e inspirar pessoas no mundo digital, saiba que é totalmente possível monetizar sua paixão pelo bem-estar! Além de anúncios como o Google AdSense, explore o marketing de afiliados, crie e-books ou cursos online sobre temas específicos da área, ofereça consultoria especializada ou até mesmo venda produtos digitais que complementem seus conteúdos. O segredo é construir uma audiência engajada e qualificada, com conteúdo relevante e autêntico, que confie na sua expertise. Assim, as parcerias e oportunidades de receita surgirão naturalmente.
중요 사항 정리
Para o ano de 2025, o bem-estar corporativo solidifica-se como uma prioridade inegociável para as empresas, impulsionado pela crescente consciência sobre a saúde mental e a necessidade de ambientes de trabalho mais humanizados. O Coordenador de Bem-Estar emerge como um profissional estratégico, não apenas focado em programas pontuais, mas em construir uma cultura organizacional resiliente e próspera. As empresas que priorizam o bem-estar holístico de seus colaboradores, investem em tecnologias éticas para suporte e valorizam líderes com alta inteligência emocional e visão estratégica, estarão à frente, atraindo e retendo talentos em um mercado cada vez mais competitivo em Portugal e no Brasil. É crucial que este profissional seja adaptável, com sede de aprendizagem contínua e uma paixão genuína por transformar vidas através de um trabalho com propósito e resultados mensuráveis.
Perguntas Frequentes (FAQ) 📖
P: Quais são as competências e qualidades mais valorizadas num Coordenador de Bem-Estar em 2025, especialmente aqui em Portugal?
R: Ah, que pergunta excelente! Pelo que tenho observado e pelas conversas com profissionais da área em Portugal, o papel do Coordenador de Bem-Estar em 2025 vai muito além de organizar umas aulas de yoga ou um dia da fruta.
As empresas querem alguém com uma visão estratégica, que entenda a cultura da organização e seja capaz de criar programas que realmente façam a diferença.
A saúde mental, por exemplo, é uma prioridade enorme. Portugal tem um dos maiores índices de ansiedade e depressão na Europa, o que torna a capacidade de desenvolver e implementar apoios psicológicos contínuos e programas de gestão de stress absolutamente cruciais.
Além disso, a tecnologia está cada vez mais integrada, então teres uma boa “literacia digital” para usar plataformas de bem-estar, analisar dados e medir o impacto das tuas iniciativas é um diferencial e tanto.
Vejo também a empatia e excelentes habilidades de comunicação como algo insubstituível, porque no fim das contas, estamos a lidar com pessoas, com as suas histórias e desafios.
É preciso saber ouvir, inspirar e construir confiança. E, claro, a organização e a proatividade são fundamentais, afinal, vais ser o motor de muitas mudanças!
P: Como posso destacar-me numa entrevista para esta posição, mostrando a minha paixão e experiência de forma autêntica?
R: Essa é a “pergunta de ouro”, não é? Pela minha experiência, o segredo é seres genuíno, mas preparado. Primeiro, pesquisa a fundo a empresa!
Não apenas o que ela faz, mas a sua cultura, os seus valores. Se já tiverem alguma iniciativa de bem-estar, tenta perceber como funciona e onde tu podes trazer algo novo.
Durante a entrevista, quando te pedirem para “falar sobre ti”, não resumes o currículo; conta uma história, a tua jornada e como essa paixão pelo bem-estar te trouxe até ali.
Usa exemplos concretos das tuas experiências, mesmo que não venham de um cargo formal de Coordenador de Bem-Estar. Por exemplo, se organizaste alguma iniciativa na tua comunidade, no teu antigo trabalho (mesmo que não fosse a tua função principal), ou até mesmo se viveste uma transformação pessoal através do bem-estar e queres partilhar isso para inspirar outros.
Os recrutadores em Portugal, e no mundo, valorizam muito quem mostra que entende os desafios específicos da empresa e apresenta ideias de como pode ajudar a resolvê-los.
Mostra que não só podes fazer o trabalho, mas que vais trazer resultados e encaixar na equipa. E, acima de tudo, deixa a tua energia e o teu entusiasmo transparecerem – é a tua paixão que fará a diferença!
P: Quais são as tendências emergentes para o bem-estar corporativo em Portugal em 2025 e como um Coordenador de Bem-Estar pode integrá-las?
R: Ora, esta é a parte que me fascina! As tendências para 2025 em Portugal, no que toca ao bem-estar corporativo, são super dinâmicas e exigem uma mente aberta e criativa.
Uma das maiores é a integração holística do bem-estar, que vai além do físico. Estamos a falar de bem-estar mental, social, financeiro e profissional.
A saúde mental continua no centro da estratégia, com a implementação de apoio psicológico contínuo e programas de gestão de stress, o que é vital para um país onde os custos com absentismo e presentismo por problemas psicológicos são altíssimos.
A tecnologia também está a moldar tudo. Não é só sobre apps, é sobre usar a inteligência artificial para personalizar programas, analisar dados sobre o bem-estar dos colaboradores e criar soluções mais eficazes, por exemplo, na gestão de desempenho.
Vejo cada vez mais o “tecnostress” como um desafio, e o Coordenador de Bem-Estar terá de ser um guia para ajudar os colaboradores a gerir a sua relação com a tecnologia e a manter o equilíbrio.
Outra tendência que me salta à vista é a necessidade de programas que promovam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional e a flexibilidade. As novas gerações valorizam muito isso.
Como Coordenador, a minha dica é: sê um curador de soluções! Mantém-te a par das novidades, participa em eventos como o Well-Being Lisboa, e não tenhas medo de experimentar.
Por exemplo, em vez de um workshop genérico, podes criar programas personalizados que abordem o bem-estar financeiro, que é uma grande fonte de stress para muitos, ou até retiros de “desintoxicação digital”.
O importante é que as iniciativas sejam relevantes, mensuráveis e que os colaboradores se sintam verdadeiramente apoiados. A tua capacidade de adaptação e inovação vai ser o teu superpoder!






